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Butão: o país mais feliz do mundo

Nesta semana, Diego Burger, @burgerdiego, formado em Psicologia, especialista em bem-estar e felicidade, nos conta um pouco sobre sua vasta experiência de morar no Butão. Confere aqui embaixo um pouco mais sobre essa viagem incrível.  “A

Nesta semana, Diego Burger, @burgerdiego, formado em Psicologia, especialista em bem-estar e felicidade, nos conta um pouco sobre sua vasta experiência de morar no Butão. Confere aqui embaixo um pouco mais sobre essa viagem incrível. 

“A experiência de morar 5 meses no Butão foi extremamente transformadora. Viver de perto uma realidade tão diferente. O tempo lá passa muito devagar. As montanhas te jogam para dentro do teu ser. Não foi nada fácil, mas nunca viajei para ir para algo fácil, viajo para seguir o chamado que vem do meu coração. Eu sei que ali vai ter algo. As vezes é curtição, muitas vezes crescimento, melhor ainda quando é os dois. Vivi com os estudantes, estudei na faculdade com eles, vesti suas roupas, tomava banho de balde, a comida era muito simples, uma total saída da zona de conforto. Lá entrei em paz comigo mesmo, aceitei muitas coisas minhas. 


Viajando a gente repensa, aprende o que valoriza de verdade, ganha gratidão pelo que temos, desconstruímos conceitos que repetíamos como se fossem nossos, mas, na verdade, eram simplesmente comprados da nossa cultura e não vinham da nossa essência. Sair da bolha é um convite para construir o que realmente faz sentido! 


A doçura do povo Butanês, a capacidade de dividir, o acolhimento e a gratidão deles me tocou profundamente. Eles vivem muito no momento presente por lá. Ansiedade e stress é algo que eles não entendem muito. As sombras que uma cultura voltada para performance geram, ainda não chegaram lá. 


Viajar para o Butão é um mix de viajar no tempo com um viajar pra dentro. A todos que foram, a estada naquele país reverbera em seu ser por toda uma vida. Mas lembra a iluminação não está fora, está dentro!”


O Butão é considerado o país mais feliz do mundo, de acordo com o índice conhecido como FIB (Felicidade Interna Bruta). Ele também foi o primeiro país a aderir a essa medição. Por mais que ele seja o destino menos visitado turisticamente, é um dos que mais conservam a natureza e as tradições locais. 


Ele não contribui com o aquecimento global, pois a produção de dióxido de carbono é totalmente absorvida pelos 70% de extensão de mata que o país preserva. Um lugar em que a riqueza não é baseada apenas no dinheiro e que nos ensina tanto, com pouco.


O que saber para organizar uma viagem ao Butão?

Para começar, não é permitido visitar turisticamente o Butão por conta própria, é necessário fechar a sua viagem com algum intermediário, por conta do visto e das taxas. Além do visto, a vacina da febre amarela é exigida na entrada do país. 


O Butão é um país em que o turismo possui um alto valor e um baixo impacto, ou seja, é caro viajar para lá, mas o propósito é para a preservação da natureza e cultura. Os custos mínimos possuem um valor entre USD 200 e USD 250 por dia e por pessoa, dependendo da temporada escolhida. Por isso, quando você organizar a sua viagem, esteja ciente da quantidade de dias que ficará, o mais indicado são 4 a 5 dias. Nessas taxas já estão inclusos todas as suas necessidades: hotel, alimentação, guia, locomoção,… só não está inclusa a passagem de avião.


A melhor época para visitar o Butão é entre os meses de outubro a maio, mesmo que pegue o inverno, visitar em outros períodos pode acarretar em dias chuvosos, devido ao regime de monções, presente na maior parte da Ásia. 




@sow.gn é uma curadoria da Mari Weckerle, a @gurianatureba.

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